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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

#rjdivulga Confraternização dos amigos do samba! @RozziBrasil



Um bom motivo para ir ao samba.

Tia Surica - Ana Costa - Flavinho Silva - Samba com Atitude.
Anfitriã: DENISE MATTOS

Apoio: Rio Guanabara

Preço.: R$ 30,00 Lista amiga: R$ 20,00 OMB: 15.00
Lista amiga - email: rozzi-brasil@gmail.com - casadavida@org.br
Tel: (21)2292-5404 - 7711-1585

Produção: Rozzi Brasil

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ONG Terr'Ativa



ONG Terr'Ativa 

Fundada em 1999
Localização: Morro do Fuba, Rio de Janeiro, Brazil
Sobre: Educaçao e desenvolvimento pessoal de crianças e adolescentes
Descrição: O centro de educaçao integrada é um espaço de educação e integração comunitária. Desenvolve aulas de apoio escolar, atividades de arte-educação, leitura e esportes.
Fomenta a consciência crítica e construtiva, na abordagem contínua de temas como: participação social, saúde e meio-ambiente.
Missão: Colaborar para o acesso aos direitos e para a ampliação do desenvolvimento pessoal de crianças e adolescentes do Morro do Fuba.
Telefone: 2132714337
Website: http://www.terrativa.org

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O crescimento do mercado de revenda de hospedagem...Por @apadi

Vicente M. Neto  – Diretor-geral da netRevenda.com e Presidente da Associação Brasileira dos Provedores de Hospedagem 


É muito mais comum do que se imagina, mas muitos empreendedores que começaram sua caminhada no mercado de hospedagem de sites, contratando um plano de revenda, conseguiram montar uma empresa sólida e hoje vivem totalmente dela. E sim, praticamente todos começaram sozinho trabalhando dentro do seu próprio quarto, apenas com um pc/notebook e uma conexão de internet.


Sempre ouço falar que hoje em dia é impossível montar uma empresa de hospedagem e fazer sucesso porque já têm muitos concorrentes, mas eu discordo totalmente disso! Se juntar os 10 maiores players do Brasil (e nós estamos nessa lista), juntos não temos 50% do mercado. O que isso significa? Que não existe um provedor que “domina geral”, o mercado está pulverizado em centenas de empresas de hospedagem, e em sua grande maioria empresas pequenas que utilizam planos de revenda e/ou servidores no exterior. Discordo ainda principalmente porque vivo a netRevenda.com todo dia, e nós vivemos do mercado de revenda de hospedagem, mais do que ninguém consigo ver o quanto essas empresas crescem constantemente, diversas empresas que começaram com o plano de revenda mais simples e hoje têm vários servidores dedicados e cloud servers contratados.


Não é difícil entender porque isso acontece. A economia do país está aquecida e o mercado de internet crescendo a níveis cada vez mais elevados, e com isso também cada vez mais pessoas e empresas querem estar conectadas, ter um site, twitter, facebook e outras redes sociais.


Um empresário quando quer colocar o site da sua empresa na internet dificilmente vai buscar no Google, ele procura recomendações através dos seus contatos (amigos, parceiros, etc) ou alguma pessoa/empresa que conheça e que trabalhe com desenvolvimento de sites. Hospedagem? Registro de domínio? O empresário mesmo nem sabe o que é isso!


Este é o principal motivo para o mercado ser tão pulverizado (o que é bom) e nenhum provedor conseguir abocanhar uma fatia tão grande. Milhares ou dezenas de milhares de empresas se quer sabem do real mercado de hospedagem de sites, elas sabem apenas quem fez o site e que são responsáveis por mantê-los no ar.


O poder do mercado de hospedagem está nas mãos das agências e dos desenvolvedores!


Se você é desenvolvedor ou possui uma agência digital, por que não entrar no mercado de hospedagem também? Ao invés de passar clientes para empresas de hospedagem e dar o lucro para eles, monte a sua própria empresa (ou apenas lance esse serviço na sua empresa mesmo) e aumente bem mais os seus lucros!


Para não ficar um post tão grande e cansativo, faremos em breve um outro post continuando o assunto destacando as soluções disponíveis para revendedores de serviços na internet.


Fonte: APADI 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Empreendedorismo. Por @RigoniRJ

As principais características dos empreendedores de sucesso. 


Muita gente fala sobre espírito empreendedor, empreendedorismo, capacidade de assumir riscos e outras frases e conceitos sobre o tema. Muitas são as características necessárias ao empreendedor e que são citadas tanto por estudiosos no assunto, quanto pelos protagonistas desse processo que são os próprios empreendedores. Nesse sentido resolvi buscar na literatura quais são seriam os principais.


Encontrei uma definição muito interessante no livro EMPREENDEDORISMO - Dando Asas ao Espírito Empreendedor do Idalberto Chiavenato, editora Saraiva, 2005.


Essa definição pode ser resumida através do diagrama a seguir:





1 - Necessidade de Realização


Os empreendedores apresentam elevada necessidade de realização em relação às pessoas da população em geral. O impulso para realização reflete-se nas pessoas ambiciosas que iniciam novas empresas e orientam o seu crescimento. Em muitos casos, o impulso empreendedor torna-se evidente desde cedo, até mesmo na infância. É aquela velha história do garotinho que ganhava balas e doces da sua mãe para levar para escola, lá e vendia todas elas para os seus coleguinhas. Esse garoto desde cedo já percebe que pode deixar de consumir no presente para consumir melhor no futuro. Ao invés de comer as balas todos os dias ele as vende e no final do mês compra um brinquedo mais interessante.


2 - Disposição para assumir riscos


O empreendedor assume variados riscos ao iniciar seu próprio negócio: riscos financeiros decorrentes do investimento do próprio dinheiro e do abandono de empregos seguros e de carreiras definidas; riscos familiares ao envolver a família no negócio; riscos psicológicos pela possibilidade de fracassar em negócios arriscados. Porém pessoas com alta necessidade de realização têm moderadas propensões para assumir riscos. Muitos abrem mão de 100 hoje para ter 1000 no futuro, mesmo sabendo que para chegar lá nem tudo poderá ser tão simples ou dar certo. O empreendedor deve estar disposto a assumir os riscos do negócio.


3 - Autoconfiança


Quem possui autoconfiança sente que pode enfrentar os desafios que existem ao seu redor e tem domínio sobre os problemas que enfrenta. As pesquisas mostram que os empreendedores de sucesso são pessoas independentes que enxergam os problemas inerentes a um novo negócio, mas acreditam em suas habilidades pessoais para superar tais problemas.


Os empreendedores precisam ter também visão. Veja essa frase do Carlos Slim.


"Con una buena perspectiva histórica podemos tener mejor noción del pasado y del presente, para así tener una clara visión del futuro."




Fonte: Total Qualidade

terça-feira, 28 de junho de 2011

E-Mail Marketing Eficiente @CursoDeEcommerc

12 Dicas Para Um E-Mail Marketing Eficiente


E-mail marketing é coisa para profissional. Foi-se o tempo em que bastava você escrever a mensagem que queria passar e disparar o envio, o famoso "disparo doméstico". Hoje em dia é necessário planejamento em cada fase do processo, desde a elaboração da mensagem ao envio em si. Técnicas cada fez mais sofisticadas fazem com que esta poderosa ferramenta de marketing digital ganhe uma importância enorme dentro do contexto das ações de marketing de qualquer empresa. Aliado a um bom sistema de monitoramento como o Google Analytics o e-mail marketing traz excelentes informações sobre como se comporta o seu cliente e o que ele realmente procura.


Veja algumas dicas que melhoram a eficiência do seu mail marketing:


Blog > Marketing Digital > E-Mail Marketing > E-Mail Marketing Eficiente
E-Mail Marketing Eficiente Publicado por Redação em 15 de fevereiro de 2010




12 Dicas Para Um E-Mail Marketing Eficiente


E-mail marketing é coisa para profissional. Foi-se o tempo em que bastava você escrever a mensagem que queria passar e disparar o envio, o famoso "disparo doméstico". Hoje em dia é necessário planejamento em cada fase do processo, desde a elaboração da mensagem ao envio em si. Técnicas cada fez mais sofisticadas fazem com que esta poderosa ferramenta de marketing digital ganhe uma importância enorme dentro do contexto das ações de marketing de qualquer empresa. Aliado a um bom sistema de monitoramento como o Google Analytics o e-mail marketing traz excelentes informações sobre como se comporta o seu cliente e o que ele realmente procura.


Veja algumas dicas que melhoram a eficiência do seu mail marketing:


1 – Invista em Sua Base de E-Mails – De nada vale ter uma listagem enorme e irrelevante para o negócio. “Já tivemos mailing de 25 mil e-mails e não sabíamos nem o nome das pessoas”, diz Maurício Renner, editor do site de tecnologia da informação Baguete. “Depois de constatar que muitas mensagens não eram sequer abertas, fizemos uma campanha de recadastramento e temos hoje uma base consistente de 8.700 assinantes.” . Faça um planejamento de data mining e colete e-mails autorizados sempre que possível como por exemplo em eventos e feiras de negócios.


2 – Abra Um Canal Para Opt-Out – Em todos os e-mails que enviar, disponibilize um link para descadastramento da pessoa que recebe o e-mail – caso contrário, a sua empresa corre o risco de ficar associada ao desrespeito e à prática de spam. As novas regras para o envio de e-mail marketing já estão em vigor.


3 – Acerte na Freqüência do Envio – A não ser que tenha autorização dos cadastrados para envios mais freqüentes, atenha-se aos e-mails quinzenais ou no máximo semanais. O excesso de e-mails pode gerar uma imagem negativa e cancelar completamente o canal de comunicação.


4 – Seja Relevante em Suas Mensagens – Analise os links clicados pelos destinatários para identificar grupos de interesse em cada mensagem. Se houver setores bem distintos, segmente sua base de contatos, de modo a criar e-mails efetivamente relevantes para quem recebe.


5 – Possibilite a Troca – Não se restrinja a enviar mensagens. Apresente para o destinatário um canal de aprofundamento e interação, seja por e-mail, fone, site ou blog. Em sites e blogs, disponibilize formulários de cadastro e apresente a possibilidade de indicar amigos.


6 – Dose Bem o Tamanhos dos Arquivos – Não carregue os e-mails com imagens ou anexos pesados. Caso queira disponibilizar arquivos grandes para o destinatário, gere um link que conduza a eles.


7 – Seja Objetivo – Tenha títulos e mensagens objetivas. Seu e-mail concorre com várias outras mensagens – você tem poucos segundos para atrair quem lê.


8 – Drible o Anti-Spam – Antes de liberadas pelos provedores, as mensagens passam por filtros anti-spam. Existem palavras ranqueadas em mecanismos específicos – se uma delas atinge certa pontuação, é interpretada como lixo. “Sexo”, “Viagra” e links para o Orkut, por exemplo, alcançam muitos pontos. Em períodos de programa Big Brother Brasil, BBB é um termo que também assusta. Antes de disparar várias mensagens eletrônicas convém testar o envio para endereços de provedores distintos. Uma vez aprovadas, tudo OK para o restante do grupo.


9 – Invista no Envio – Há empresas especializadas em envio de e-mail marketing. Elas têm pacotes econômicos para envios reduzidos, como mil mensagens mensais. O disparo “doméstico” costuma ser barrado pelos provedores.


10 – Mensure o Retorno – O e-mail marketing não é mero instrumento para divulgação. Trata-se de um modo de conhecer melhor o cliente e identificar suas preferências. Tome as mensurações feitas por empresas de e-mail marketing como formas para incrementar seu negócio. Você pode inclusive fazer testes, enviando diferentes mensagens para dois grupos e comparando os retornos obtidos. O Google Analytics é uma das melhores ferramentas para isso, basta saber como interpretar as informações obtidas.


11 – Invista em Pessoal – O treinamento de pessoal para esse tipo de ação dentro da própria empresa é uma opção muito válida e não custa muito. A vantagem deste tipo de treinamento é que a pessoa encarregada desta tarefa dentro da empresa geralmente tem um entendimento bem maior sobre a cultura da empresa podendo assim passar melhor a mensagem que se pretende. O mais indicado seriam os cursos sobre e-mail marketing e um curso sobre Google Analytics.


12 – Aprenda Com Cada Campanha – Toda campanha de e-mail marketing produz uma série de informações que podem ser utilizadas no aprimoramento não só das campanhas de marketing digital mas também do site ou loja virtual. A correta interpretação das informações fornecidas pelo Google Analytics poderá revelar pontos que podem ser trabalhados para deixar suas ações de marketing cada vez mais eficientes.


Fonte: Blog do Curso E-Commerce

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Email é o canal de comunicação mais eficaz para pequenas e médias empresas @marketingradar

Embora o uso das redes sociais entre as empresas tenha aumentado em 2010 (uma tendência que deve continuar em 2011), o e-mail e o website continuam a ser os dois instrumentos mais eficazes de marketing para pequenas empresas, segundo o estudo de um grande player enviador de email marketing dos EUA.

Pequenos e médios empresários pesquisados ​​citaram abaixo os cinco canais digitais mais eficazes:

    E-mail: 91% utilizam e-mail marketing. Entre eles, 78% dizem que são pouco (48%) ou muito (32%) eficazes.
    Websites: 95% têm sites, destes 75% dizem que são pouco (38%) ou muito (37%) eficazes.
    Publicidade on-line: 69% usam, destes 60% afirmam que são pouco (39%) ou muito (21%) eficazes.
    Mídias sociais: 73% usam pelo menos uma rede social e entre eles, 54% dizem que são pouco (37%) ou muito (17%) eficazes.
    Blogs: 43% têm um blog, dentre eles, 47% dizem que são pouco (33%) ou muito (14%) eficazes.

A tática mais eficaz para as pequenas e médias empresas é o telefone, usado por 73% dos proprietários, dos quais 74% disseram que é pouco (38%) ou muito (36%) eficaz.

Aproximadamente 75% dos donos de pequenas e médias empresas disseram que o marketing em mídias sociais aumentou, dentre eles 80% reralizaram algum tipo de ação  nos últimos 12 meses. Por outro lado, 81% esperam aumentar os seus esforços no próximo ano.

Facebook é a rede social mais utilizada, sendo 95% das empresas que a utilizam, entre os quais 82% disseram que seus esforços são pouco (52%) ou muito (30%) eficazes.

Twitter e LinkedIn possuem porcentagens quase idênticas entre as pequenas e médias empresas, ou seja, 60% utilizam o microblog e 58% a rede social focada em networking. Entre aqueles que usam o Twitter, 33% dizem que é  pouco eficaz e 14% dizem que é muito. Entre os que utilizam o LinkedIn, os números são 35% e 12%, respectivamente.

Outras conclusões importantes :

    Quando a intenção é manter contato com o cliente, o e-mail é o canal que, provavelmente, será mais utilizado (95%), seguido pelo telefone (77%), reuniões presenciais  com 69%, 50% do Facebook, LinkedIn com 24% de chances e Twitter  com 20%.
    83% dos donos de pequenas e médias empresas lêem o e-mail antes de qualquer outro canal, comparado com 6% que lêem sites de notícias e 5% que visitam o Facebook.
    Quanto às áreas em que os donos de pequenas e médias empresas solicitam mais ajuda, 61% citam a área de marketing, ficando em primeiro lugar vendas e novos negócios, seguido de crescimento em planejamento de negócios (40%), tecnologia (24%) , contabilidade / finanças (23%), recursos humanos (11%) e questões jurídicas (10%).

Fonte: Puro Marketing

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cibercultura: a educação precisa mudar. @PlinioMKT

Por Plínio Medeiros


Atualmente estamos marcados com os avanços tecnológicos que mudaram a vida da sociedade como um todo. Através dos novos meios de comunicação houve uma democratização do conhecimento e da cultura da humanidade.
Infelizmente a educação não seguiu da mesma forma que a tecnologia e a comunicação. Permanecendo em seus métodos já defasados e centralizadores. A Cibercultura influencia e modifica o conhecimento e a cultura, dando acesso a informações antes impossíveis.
Há anos ouço professores falando que ele são “fascilitadores”, porém não vejo o comportamento de um, mas sim, a mesma posição de “mestre”, formada pela pedagogia a séculos atrás. Que ao invés de agregarem os seus conhecimentos com informações externas, prendem o seu plano de aula em conteúdos específicos de um ou dois autores, esquecendo todo um universo de informações.
Seria interessante o orientador utilizar essa possibilidades da Cibercultura, incentivando que o próprio aluno pudesse buscar as informações necessárias para se discutir na aula. Fazendo com que a busca pessoal das informações agregasse mais no valor do conhecimento, ajudando no aprendizado.
Qual o motivo de não considerar uma sala como uma Comunidade de Aprendizagem, da qual professores e alunos podem agregar informações e buscar interação na sua rede de contatos, onde o professor teria a função de passar conteúdo, mas não seria o único, orientar conceitos, e estimular discussões e interações.
É triste ver a Pedagogia se prender a conceitos tão simples e triviais para o seu objetivo e não utilizar as possibilidades ao redor para agregar ao conhecimento humano. Uma solução para esse questionamento levantado é acrescentar na grade da Pedagogia a Cibercultura, da mesma forma que existe no jornalismo.


Fonte: TecnocrataDigital 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Se sua empresa não aparece no Google, você perde clientes!

Por Ricardo Prates Morais


É o que revela as últimas pesquisas do Ibope sobre internet. No Brasil existem 73,9 milhões de internautas, 87% deles entram na internet semanalmente. 85% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços, e 90% dos consumidores ouvem sugestões de pessoas conhecidas antes de comprar algo, enquanto 70% confiam em opiniões expressas on-line.
O Brasil liderou o mercado de sites de buscas na internet na América Latina em março, aponta um levantamento realizado pela comScore. Os internautas brasileiros fizeram 5,9 bilhões de buscas na web, 34% a mais que no ano passado, quando foram efetuadas 4,4 bilhões de buscas.


Marketing online – marketing de busca


O aumento da utilização das buscas online pelos brasileiros foi superior ao crescimento registrado em toda a América Latina: 18,5 bilhões de buscas, 21% mais do que em 2010.


A pesquisa mostra ainda que nove a cada dez buscas foram realizadas no Google – que detém 90,5% do mercado latino-americano.


Captou?


Não é difícil compreender o quanto é importante para que um site tenha audiência qualificada, aparecer entre os primeiros resultados do Google, seja através de links patrocinados ou através do trabalho de otimização de site.


Fonte: WebContexto 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Execução em pauta

Por Ricardo Campos 


Quando falamos sobre execução logo vem em nossas cabeças o trabalho operacional, burocratizado, o que chamamos de trabalho de “base”, que exige menos estratégia e mais a competência do fazer. Muitos líderes inclusive evitam ter esta competência, pois entendem que seu papel é de um estrategista e não o do fazer.


Mas na dinâmica das organizações a competência da execução é cada vez mais demandada, principalmente das lideranças, afinal não adianta ter uma boa estratégia, um bom plano de ação, se não se consegue realizar nada. E a chave para que uma estratégia possa gerar resultado está na competência da execução.


A competência de execução de uma empresa ou de sua equipe define a sua sobrevivência, pois diminui de forma considerável a lacuna entres os resultados prometidos e os alcançados dentro de uma estratégia.


Bossidy e Charan na obra “Execução – Disciplina para Atingir Resultados” destacam que cabe a liderança coordenar a plena execução através dos três processos chaves que são a estratégia, as pessoas e as operações. Mais do que cuidar da estratégia, o líder é responsável pela gestão de sua equipe, alocando as pessoas certas para os postos e demandas, bem como por gerir que as operações possam ser executadas conforme o planejado.


A obra também destaca os comportamentos essenciais que o líder deve ter para gerir uma boa execução:


- Conheça seu pessoal e sua empresa


- Insista no realismo


- Estabeleça metas e prioridades claras


- Conclua o que foi planejado


- Recompense quem faz


- Amplie as habilidades das pessoas


- Conheça a si próprio


Assim, se você ocupa um cargo de liderança, desenvolva a habilidade da execução, para que você possa realmente gerar resultados por meio de ações que não vão ficar apenas no papel.


Fonte: Reflexione 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Alexandre Raposo

Alexandre Raposo: Simpatia pelo demônio: 


"Roberto Muggiati para a MANCHETE
ALEXANDRE RAPOSO ESTREOU na ficção com um romance histórico sobre a saga dos Incas. Agora, com Memóri..."
Leia mais... no blog do autor.

É fantástico poder dizer que mais um livro de peso e qualidade voltará às nossas estantes. Ainda mais quando estamos falando de Alexandre Raposo.
É de deixar uma leitora como eu muito feliz!


Por: Renata Costa

Comércio Social: o que importa?

Por: Renata Reis


Que o comércio social é o “presente” e o futuro do comércio eletrônico, isso já vem sendo comprovado, não somente pelos  números, mas pela  mudança de comportamento proporcionada pelo uso das redes sociais no Brasil e no mundo.


E o que fazer num ambiente tão dinâmico e tão “nocivo” às empresas?


A arte de envolver o cliente nas redes sociais, certamente é uma faca de dois gumes.  Já vi muitos clientes ironizando e ofendando marcas e empresas gratuitamente, muitos chegam até a testar o trabalho desenvolvido naquela plataforma. E que proporção isso pode tomar daqui a alguns anos?


Não tem como apagar, não responder, não fazer, não falar… Depois que logou, já era. Ou atende ou atende! Lembremos os recentes casos da Renault e da Brastemp.


O Orkut foi o campeão neste cenário, e na minha opinião, amadureceu-se rápido dentro do que oferecia.


Diversas opiniões em posts  muito bem articulados com longos relatos de experiências de compras, e sem a “grande” participação das marcas. Foi o começo de tudo – a rede social – partia do consumidor. Ou o consumidor criava uma comunidade para falar bem, ou para falar mal, e muitos de nós recorríamos às comunidades para tomar uma decisão.


Quem não queria ser o primeiro, a postar um elogio ou uma reclamação de uma empresa/marca? 


Quantos não foram e são proprietários de comunidades que bombam com milhares de membros até hoje? Eu sou…


Não vejo a mesma interação no Facebook. Nunca vi uma Fan Page criada para falar bem ou mal de uma empresa/marca. Mas é claro, a marca é a responsável pela sua Fan Page “oficial” e ali existem muitos  elogios sob a “sútil” indução do botão Curtir. É uma plataforma  onde todos são cools: consumidores e empresas.


Na verdade, o tão esperado botão “Não Curti” daria uma dinâmica bem diferente ao negócio, aí sim,  seria interessante acompanhar uma Fan Page.


Os Twitters das empresas  vivem  inundados de promoções e seguidores em busca de sorteios. E o que importa? Atender o cliente, ganhar seguidores  (infiéis), ou vender produtos e serviços?
Recentemente vi um amigo reclamando muito de um grande player no Twitter, mas  sem  sucesso. A empresa tuitava suas promoções excessivamente ao mesmo tempo que ignorava a menção @ de seu cliente. Qual o objetivo daquela empresa no Twitter? De verdade, eu não entendi. Não é possível que uma empresa ignore em “público” as menções @ de um cliente pedindo por atendimento.


Também vejo clientes desenfreadamente pedindo descontos e perfis criados  só para retuitar e concorrer aos sorteios. E há empresas que sobrevivem disso: SORTEIO! Quem ganha é o seguidor, que talvez nem possamos chamar de  “cliente”, porque ele não é.


O lamentável é que muitas  empresas “continuam” encarando as redes sociais como um canal de venda, conforme citado no artigo “Comércio Social“.
Por outro lado, algumas empresas bem menores já entenderam que antes de ser um PDV (ponto-de-venda) a rede social  é um SAC (serviço de atendimento ao cliente); e o fazem com simplicidade. Não adianta fugir, este é o primeiro passo e o primeiro risco diante da falta de estratégia.


Surpresa ou não, num estudo desenvolvido pela Razorfish, detectou-se que o consumidor nem sempre quer estar no controle. De seis qualidades que envolviam o engajamento do consumidor digital, estes foram os resultados por grau de importância:
sentir-se valorizado


1. confiança
2. eficiência
3. coerência
4. pertinência
5. controle


Segundo o especialista Vince Broady, CEO da empresa This Moment, “O Facebook caminha para ser uma grande plataforma de comércio eletrônico.”
Comprovando a citação de Broady, o Facebook começou a testar inserção de publicidade em tempo real, de acordo com as atualizações dos usuários. Por exemplo, se uma pessoa escreve que está com vontade de comer pizza, no mesmo momento aparecerá um anúncio de algum serviço de pizzaria. Ainda em fase inicial, o serviço atinge apenas 1% dos seguidores da rede de todo o mundo.


Aí sim,  o caminho pode ser amadurecido com eficiência, partindo do princípio que o comportamento do consumidor dita as regras; e sempre foi assim.
Porém,  enquanto  empresas e marcas continuam a ignorar o GRITO de seus e-consumidores, muito insignificante será manter a presença online.


Um bom exemplo é da Dell, que entrou no topo do ranking  Social Brands 100, como a marca que mais soube usar as redes sociais no mundo. E o péssimo exemplo fica com o quentíssimo caso da AREZZO que teve a “coragem” de apagar as manifestações publicadas em sua Fan Page:


“As redes sociais são um espaço aberto para que todos possam expressar suas opiniões, entretanto, nos reservamos o direito de retirar mensagens com conteúdo ofensivo e agressivo, para os outros freqüentadores de nossos perfis. A empresa se posicionará oficialmente sobre o caso em breve.”


Fonte: Falando de E-commerce

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Redes sociais e mídias sociais: um maravilhoso mundo novo?

Por Luiz Cazarré


Nem tanto. Nem maravilhoso, nem novo. Sobre o que falamos quando discutimos redes sociais? Falamos de pessoas, nada mais. Quando fazemos uma netnografia, através da internet  nos sentamos na sala de estar das pessoas e com um caderno no colo observamos e escrevemos sobre seus hábitos gerais. Quando fazemos uma pesquisa nas redes sociais, nós olhamos nos hábitos de consumo das pessoas o que elas compram e porque compram. Nada mais.


As pessoas compram motivadas por preço, qualidade, ou tendências? Nós olhamos seus comportamentos como consumidores para ver suas necessidades e conseguir maneiras de supri-las. Quando nós fazemos uma campanha de seeding nós vamos atrás de formadores de opinião e lhes damos informações relativas aos nossos produtos, serviços ou marcas para que eles espalhem a notícia, influenciando os consumidores.


E que tal uma campanha de propaganda nas redes sociais? Da mesma maneira, nós olhamos os canais de mídias sociais e escolhemos aqueles que melhor impactam nosso target e compramos ali um espaço para vender nossos produtos, serviços ou marcas.


Projetos de comunicação nas redes sociais são basicamente a mesma coisa. Você procura maneiras de agir sobre o target, focando na apresentação de algo aos consumidores. Nesse caso, você pode escolher também os canais, como o Twitter, Facebook, Youtube ou blogs. Não faz muita diferença, já que as mecânicas de uso são todas bem parecidas. A mágica reside na maneira diferenciada com que você lida com cada canal para dizer as mesmas coisas. Porém nada disso se diferencia das outras formas de vender, exceto por um detalhe: o foco na individualidade das pessoas.


Nenhuma outra mídia pode oferecer isso para um profissional de marketing ou comunicação. Nas redes sociais, você pode colocar algo e observar aquilo circular junto ao target, observando o que o público pensa a respeito, quase ouvindo o que estão comentando. O que nós fazemos nas redes sociais é olhar e tentar entender a motivação das pessoas na internet de maneira a executar nosso trabalho, que é apresentar algum produto, serviço ou marca. Que outra plataforma de marketing ou comunicação te dá isso? Nenhuma outra.


Essa é a enorme diferença das redes sociais. Você pode interagir com o target numa base individual se você quiser ou precisar, e ver o que ele pensa sobre seu produto, serviço ou marca, além de observar como ele reage à sua ação. Com isso você pode mudar seu discurso se necessário para atingir seus objetivos.




Fonte: Blog @midia8



quarta-feira, 8 de junho de 2011

Comunicação digital: o que mudou?

Por Deborah Leitte


Muita coisa mudou se olharmos apenas o século XXI, que ainda está no começo. Quem dirá se nos aventurarmos a olhar o século passado.
E, falando em mídia digital, o cenário é promisssor: 62,3 milhões de pessoas possuem acesso à internet; 25% das residências possuem computador ; 23,1% do tempo gasto na internet é dedicado aos sites de redes sociais (orkut, facebook) e 21,1 milhões de brasileiros não ficam sequer um dia sem acessar Internet.(Fonte:internet)


A forma de se comunicar mudou, bem como o conteúdo também. Hoje temos muito mais meios para nos comunicar do que antes, no entanto, isso nem sempre significa que a comunicação em si melhorou.
Sem dúvida, a tecnologia permitiu com que nos aproximássemos um dos outros, sem que para isso, fosse preciso nos mover. Todas as profissões também foram beneficiadas, é difícil pensar em uma sequer que não faça uso do computador.
Uma em especial começa a colher as benesses da era digital: os profissionais de comunicação. Com o advento da internet, o jornalismo ficou mais dinâmico, a criação publicitária mais rápida, com mais qualidade, mais recursos, mas, nem sempre, menores preços. O marketing, com maior possibilidade de análise e mensuração.


É claro que com isso também surgiu um novo consumidor, mais exigente e que, via de regra, sabe o que quer.
No entanto, a grande sacada da comunicação digital é que as empresas podem estar mais perto dos seus consumidores e começam a aprender a travar um diálogo mais íntimo e que permite entender melhor o consumidor final. Estar mais perto possibilitou também vender mais. Estamos sempre a um clique do nosso produto preferido.
As redes sociais, que possibilitam o compartilhamento de informações, gostos e idéias entre usuários com o mesmo perfil, chegaram há menos de uma década e já promoveram uma verdadeira revolução nas interações com seus públicos-alvo. No início, as empresas achavam que elas serviam para conversar com o público jovem. Hoje, já sabem que não só o jovem, mas quase 80% dos consumidores estão presentes em uma das redes sociais mais famosas.
Então, enquanto os meios de comunicação de massa tradicionais falam de forma indiscriminada, os meios de comunicação digital proporcionam resultados muito mais satisfatórios aos anunciantes, publicitários e marketeiros, por se tratar de uma comunicação direcionada.
Mas, em se tratando das diversas maneiras e utilidades que essas novas mídias possuem, ainda estamos no início. Existe uma curva de aprendizado que nos separa das grandes façanhas digitais. De qualquer forma, nós, comunicólogos, enxergamos grandes possibilidades que estas “novas” mídias oferecem: proporcionar uma maior interrelação entre empresas e consumidores. Afinal, ninguém quer mais ficar sentado na poltrona, de modo passivo aceitando tudo o que nos falam. Queremos participar, nos sentir proprietários, opinar, interferir e, para isso, não há mundo melhor que o de digital.


Fonte: WebContexto 

terça-feira, 7 de junho de 2011

A força do Endomarketing no Canal

Por Alberto Rodrigues, vice-presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de TI - ABRADISTI
               
Neste século, depois de vivenciar crises e revoluções, as relações entre cliente e empregado estão mudando, a começar pelo título que se dá agora: colaborador. E também na época onde as exigências são maiores e, também, as oportunidades, como podemos fidelizar os nossos funcionários? Uma solução saudável tem sido a prática do endomarketing.
“Endo”, do latim, significa “para dentro”. A partir dessa palavra já é possível enxergar o principal motivo pelo qual uma empresa deve ter ações de endomarketing: cuidar de quem está dentro da corporação e quem, de fato, a faz. No caso do nosso segmento – canais -, o cuidado com a aplicação de ferramentas tem de ser redobrado, afinal, para satisfazer os clientes, os colaboradores é quem precisam estar satisfeitos, antes de tudo.
Atualmente, endomarketing não pode ser ententido apenas como comunicação interna (e-mails marketing, reuniões de feedback) ou campanhas de incentivo. Mais que isso, a prática do endomarketing também pode – e deve! - ser representada por meio de atividades envolvendo qualidade de vida, estímulos à tomada de iniciativas e uso da criatividade. E, é nesse ponto que a área de Recursos Humanos – e toda a sua força - entra em cena.
Itens como investimentos em mão de obra qualificada por meio da qualificação e plano de carreira auxiliam no aumento da produtividade, motivação, e geram mais valor agregado: fazem com que os funcionários “vistam a camisa”, conheçam bem os produtos. E, quando você conhece o que vende, consequentemente, acredita mais e só tem opiniões favoráveis na hora do argumento – momento de grande importância da negociação.
Mas o lucro não deve ser o foco do endomarketing em dias como hoje. Os holofotes, agora, têm de ser voltados para o maior patrimônio que uma corporação pode ter: as pessoas, as quais investem na empresa muito antes dos seus clientes.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O mantra do sucesso nas mídias sociais

Há uma crença comum: a fórmula mágica do sucesso nas mídias sociais, repetida indefinidamente em eventos que discutem as melhores práticas de comunicação empresarial, passa por três passos: monitorar sua marca nos diversos canais de mídia social, ouvir o que as pessoas estão dizendo sobre a sua empresa (especialmente os consumidores), engajar os públicos no diálogo.
Esse mantra, embora útil e verdadeiro, já virou fruta madura que caiu do pé. Ou seja, já não traz nada de novo, e ainda assim continua sendo apresentado em discussões com gente de peso como se fosse uma revelação.
O ponto é que esses três itens – monitorar, ouvir, engajar – tornaram-se óbvios, tornaram-se a base sobre a qual outras coisas podem e devem acontecer.  Que outras coisas? A variedade é grande e nem todas se aplicam a todo tipo de organização ou objetivo empresarial.
Uma das mais interessantes é a escolha do foco. A maior parte das empresas diz, com orgulho, que seu foco é no cliente. Pois é, elas podem estar erradas. Porque, antes disso, seu foco deve ser na equipe que executa o trabalho. Se esta equipe não acreditar no que faz, não perceber a importância da colaboração de cada um no processo de atendimento ao cliente, não for recompensada à altura (não só financeiramente, mas especialmente do ponto de vista de reconhecimento) e não entender o seu papel e a missão da companhia, nada vai funcionar a contento.
Outro aspecto é a comunicação entre as pessoas. É impressionante como a comunicação continua sendo, apesar de todos os recursos e tecnologias à disposição, um elo extremamente frágil no trabalho cotidiano. Pesquisas de clima organizacional conduzidas mundo afora apontam sempre a mesma coisa (e não importa o segmento de atuação ou o porte da empresa): líderes não conversam com seus subordinados, equipes não trocam figurinhas para facilitar o tráfego das tarefas, funcionários têm medo de serem mal recebidos se tentarem sugerir novas ideias aos chefes.
Então, antes de olhar para fora e interagir com os clientes, as empresas precisam olhar para dentro e incrementar a cultura da comunicação entre seus próprios funcionários.
Por fim, um terceiro ponto é que, quando se trata de mídias sociais, há um descompassoenorme entre o que querem os clientes e no que efetivamente acreditam as empresas. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) em novembro do ano passado mostrou que, embora 70% dos consumidores desejem acessar as empresas via mídias sociais, apenas 7% delas acreditam que utilizar esses canais seja algo realmente imprescindível.
A maior parte das empresas encara as mídias sociais apenas como uma iniciativa desejável (48%), uma ferramenta complementar e pouco relevante para seus negócios ou para o relacionamento com os clientes. Mas, apesar disso, 65% das empresas brasileiras já estão presentes nas redes sociais. Resta saber o quanto do mantra essencial (monitorar, ouvir, engajar) está sendo realmente colocado em prática.
Mas não adianta repetir o mantra para alcançar o sucesso. Não, não há fórmula mágica. Há, sim, muito estudo e avaliação sobre o que pode funcionar para o seu negócio, para o seu tipo de cliente. Não é uma aposta, e sim um planejamento.

Fonte: Exame - Mariela Castro

domingo, 5 de junho de 2011

Não basta estar nas Redes Sociais. É preciso saber estar!

Presença digital é um conceito que vamos ouvir falar muito esse ano no mercado de marketing digital, afinal, hoje com o amplo crescimento das Redes Sociais, as marcas querem cada vez mais estar presente nesse mundo, com objetivo de atingir seus consumidores; pois bem, é importante ressaltar que presença digital não é apenas Redes Sociais, esse é um dos pilares, importantes, claro, mas não único; outro fator a ser levado em conta é o fato de que não basta estar nas Redes é preciso saber estar.


Consumidor Insatisfeito

Recentemente eu tive uma experiência péssima com uma marca via Twitter. Ao ligar para o SAC dessa marca, após ficar 1h na espera (um desrespeito com o consumidor e com as regras da ANATEL) eu ouvi cerca de 15 vezes (sem exagero) um convite de uma gravação eletrônica me convidando a seguir a marca nas redes, no Twitter, Orkut e Facebook, além deles terem o site como um ponto de comunicação com seus consumidores.
Pois bem, enquanto eu ficava 1hora no telefone esperando para ser atendido (apenas para agendar uma visita deles em minha casa) eu mandei cerca de 10 mensagens pelo Twitter da marca, deixei um recado no Orkut, um no Facebook, 3 no site… isso faz um mês e até hoje ninguém veio falar comigo.
Fiz o que acredito que todo o consumidor insatisfeito deveria fazer: cancelei o serviço e, como bom “internauta” postei uma nota no site reclameaqui.com.br. Entraram em contato comigo apenas porque eu cancelei o serviço e não porque eu os acionei via Redes Sociais.
Sinceramente, eu acredito que o pessoal do departamento de qualidade da empresa que entrou comigo não tinha a menor idéia de que eu havia tentado falar com eles via Redes Sociais. Infelizmente eu não fui o único, pois recentemente eu entrei nas redes deles e vi outras pessoas reclamando. No site Reclame Aqui tive uma resposta, péssima por sinal, pois eles responderam como se tivesse tudo 100% resolvido. Mentira. Mais uma vez, desrespeitaram o consumidor, no caso, eu! Mas pelo o que eu vi, fazem com todos.

Marcas nas Redes Sociais

E porque contei essa história? Porque infelizmente as marcas não sabem ainda trabalhar as Redes Sociais. Gestores querem resultados financeiros esquecendo que presença digital foca – TAMBÉM – em relacionamento e que esse relacionamento pode gerar mais lucros no futuro do que imediato, afinal, quem ama não trai, certo?
Se uma pessoa é apaixonada por uma marca, ela não apenas vai continuar comprando essa marca, como também vai indicar para sua rede de contatos, não me canso de afirmar que há 10, 20 anos atrás conseguíamos influenciar 10 a 15 pessoas, sendo nossos parentes e amigos mais próximos. Hoje, com a mídia social, conseguimos influenciar muito mais pessoas.
Analise você, amigo leitor, e veja quantos amigos você tem no Twitter, MSN, Orkut, Facebook, Sonico, Hi-5; veja quantas pessoas participam do grupo de discussão ou do fórum/grupo de discussão que você participa. Some tudo e tenha uma idéia de quantas pessoas você pode influenciar, para o bem ou mal de uma marca; não sei se alguém cancelou o serviço da marca que eu mencionei acima, mas tenho 840 pessoas que me seguem no Twitter (@plannerfelipe) e todas viram minhas mensagens para a marca; não quis me alongar no assunto, tanto que nem vou citar o nome da marca aqui, mas poderia ir mais adiante fazendo uma ampla campanha contra a marca em meu blog (com mais de 1,5 mil acessos/mês) e em outras Redes. E o pior disso é saber que a marca ou os gestores dela, mal se dariam conta desse meu movimento, simplesmente porque não monitoram o que as pessoas falam dela na web. Ou seja, não basta estar nas redes é preciso saber estar e hoje vemos poucas marcas com esse conhecimento.
Sempre lembro a história de um consumidor que insatisfeito com uma empresa aérea resolveu relatar sua experiência em seu blog. Rapidamente esse blog estava tão otimizado que quando se digitava “passagem aérea” no Google, o blog aparecia na frente do site da empresa; imagine o tamanho do prejuízo dessa empresa quando uma pessoa se interessava em passagens, lia o blog do consumidor insatisfeito e ia para a concorrência.

O consumidor está no poder?

Falar a frase “o consumidor está no poder” é algo antigo, certo? Antigo para nós, publicitários que estudamos o dia inteiro o comportamento das pessoas e como as Redes Sociais tem crescido, para as marcas isso ainda é algo extremamente novo, afinal, elas não abriram os olhos para o fato de que se você não tratar o consumidor com respeito ele vai colocar a “boca no trombone” e isso vai prejudicar – e muito – a reputação da marca. Nas minhas palestras, eu sempre digo que “um post no Kibeloco pode destruir uma campanha de milhões na TV” pois bem, vejam o que aconteceu na campanha da Cerveja Devassa e Paris Hilton, por um erro da agência, um teaser que custou bem alto foi detonado via Twitter, claro que o Kibeloco entrou nessa onda, e ajudou a detonar mais ainda a campanha. Não tem o que fazer, as redes são livres para as pessoas falarem o que querem.
Mas em meio a todo esse processo que as marcas estão enfrentando, fico feliz em ver vários profissionais de marketing, gestores de várias marcas, engajados a trabalhar a web de forma séria e transparente. Gente que tem o poder de fazer. E quer fazer! Só espero que essas pessoas coloquem em prática mesmo o que pensam e que Internet não é apenas mídia em home de portal!
Regra básica para o sucesso: Entender o consumidor, o respeitá-lo – não como um número mas sim como uma pessoa. Quando as empresas conseguirem esse nível de respeito X entender que o consumidor está no poder, pode ter certeza que terão seus lucros, clientes, consumidores aumentado em grandes escalas, basta que elas vejam que o lucro não tem que ser agora. Ele tem que ser hoje, amanhã, mês que vem com o mesmo consumidor. E as agências, principalmente os profissionais de planejamento estratégico digital tem que estar ao lado de seus clientes nessa mudança de comportamento. Será que conseguimos?
Fonte: Felipe Morais -  Web Contextos 

Como usar as redes sociais a favor da empresa

É fato que as mídias sociais vieram pra ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda de grandes empresas se adequassem para entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede. Agora é a vez das Pequenas e Médias Empresas também utilizarem essas ferramentas a seu favor. Segundo pesquisa realizada em 2009 nos EUA, 92% das empresas utilizavam Mídias Sociais ou estavam planejando iniciativas nesse sentido e mais de 70% das empresas tinham menos de dois anos de experiência com essa atividade.
Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece nas redes sociais, mas não quer dizer ainda que estejam conseguindo implantar estratégias efetivamente alinhadas com suas culturas e processos, estabelecendo assim uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.
Aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia-a-dia, para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. As dez atividades mais comuns são: manter sites de mídia social da companhia, 70% dos casos; monitorar o que é dito sobre a empresa com 60%; participar no Twitter com 56%; monitorar ratings com 54%; acompanhar o que é dito sobre os concorrentes com 53%; participar de discussões em sites de terceiros, 51%; divulgação e propaganda, com 50% dos casos; gerir uma comunidade on-line para os consumidores, 50% das citações e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros com 50%. As redes mais usadas pelas empresas são Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube.
No Brasil essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de PMEs. Segundo estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo apenas 17 % das empresas tem suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 40% monitorem o que é dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouco ou nenhuma utilização de recursos mais profissionalizados.
Isso reflete que há preocupação com o mundo das redes sociais, embora não haja ainda muita ação relacionada a isso, principalmente porque, como se sabe, as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos.
De qualquer forma, há muitas companhias que saíram na frente e têm utilizado esses mecanismos, principalmente para executar as atividades a seguir: relacionamento com seus clientes; levantamento de críticas e sugestões – o que funciona como uma “pesquisa” on-line e gratuita; divulgação de promoções de produtos e divulgação gratuita de vagas para contratação de novos funcionários, principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois a vinda do candidato por esse meio já é uma forma de pré-seleção.
É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda como isso funciona, para iniciar suas atividades sem cometer falhas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Forró solidário em Recife.

2 de junho AACD promove a 12ª edição de seu forró solidário


A Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) abre o calendário junino da capital pernambucana com a 12º edição do Forró Iluminado.

O tradicional arrasta-pé será realizado no dia 2 de junho (quinta-feira), na Arcádia do Paço Alfândega, no Bairro do Recife. Neste ano, o evento terá decoração será inspirada no São João de Campina Grande.

A festa contará com a presença de 14 forrozeiros que prometem animação até o fim da noite. Entre eles, estão Alcymar Monteiro, Geraldinho Lins, Petrúcio Amorim, Josildo Sá, André Rio, Novinho da Paraíba, Maciel Melo e Genival Lacerda, além de outros. Todos participam de forma voluntária do Forró Iluminado.

E o forrobodó aposta mesmo na solidariedade e tem se tornado uma das maiores fontes de arrecadação da AACD. Neste ano, cerca de mil pessoas devem comparecer à festa, cujos ingressos individuais e mesas já estão à venda na sede da instituição e no Café Teatro Manhattan.

Toda a renda arrecadada com a venda dos ingressos será revertida para a AACD que trabalha com crianças deficientes e adultos amputados de todo o Norte e Nordeste.

Preços dos ingressos: R$ 80 (individual) e R$ 640 (mesa para oito pessoas). O público contará também com bufê de comidas típicas.


Fonte:Blog Casa Saudável



terça-feira, 24 de maio de 2011

Constituindo - Elisa Lucinda

Na série CONSTITUINDO, personalidades conhecidas do grande público como atores, cantores, atletas, artistas plásticos, escritores e cientistas lêem um trecho da Constituição brasileira e comentam o conteúdo a partir de um ponto de vista muito particular. Nesta perspectiva, o programa resgata partes da Constituição de 1988 por meio de uma reflexão dos avanços conquistados nas mais diversas áreas. A série é composta por vídeos curtos - com cerca de três minutos de duração - com edição e videografismo arrojados. O programa marca, juntamente com outras produções da TV Câmara, as comemorações dos 20 anos da Constituição Cidadã.


http://www.youtube.com/user/camaradeputados